segunda-feira, 12 de março de 2012

Hoje tem Goiabada


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Falar em goiabada cascão em Paraibuna, todos lembram de varias doceiras. Mas uma, em particular é sempre a mais lembrada. É a D. Dita Turíbio, hoje com 87 anos. Ela chegou em Paraibuna ainda novinha, com a família de Seu Alberto Carvalhal, e foi morar no rio claro, onde esta até hoje.

Com a plantação de goiabas no quintal, começou a se especializar ma goiabada. Ela afirma também que o doce “ é fácil de ser feito, não tendo nenhum segredo”. Durante muitos anos ela comandou os tachos, mais sempre ajudada pela família, que na época de goiabas, faziam um verdadeiro mutirão na casa do seu Alberto. Ali o trabalho começava a ser feito as 3da madrugada e ia o dia todo.

D. Dita afirma que houve época de boas colheitas de goiaba, chegando a preparar até 3 mil quilos de doce. A qualidade era tanta que virou tradição na estrada, com clientes certos. Alguns comparecem todos os anos, para comprar as caixetas que chegam a passar mais de 10 kg.

Atualmente ela está passando o trabalho mais forte para a sua filha Cida Turíbio, que vai continuar com a tradição pois as netas já estão no trabalho do preparo. D. Dita nos deu a sua receita de goiabada.

Ingredientes- 30kg de massa de goiaba, 13kg de açúcar cristal.

Como fazer- Descascar as goiabas, limpando as impurezas. Retirar As sementes e reservar. Lavar bem as cascas. Num tacho de cobre, colocar as goiabas e os 13 litros de água. Bater as sementes das goiabas num liquidificador, peneirar e colocar também no tacho. Aí o serviço é só braço. Ir mexendo sempre até ficar no ponto. Esse ponto algumas doceiras afirmam que é quando o doce não esta pingando mais. Outras pegam um pouco de doce na ponta de uma faca e batem na mão. Não pode estar grudando.


segunda-feira, 5 de março de 2012

Bolinho de peixe está esquecido




O tradicional bolinho de peixe, feito por muita gente da roça, durante a quaresma e semana santa anda meio esquecido.

Por isso nossa reportagem foi até o bairro do Itapeva, buscar essa tradição. Lá com o pescador Zé Eugênio, D. Luiza Moura, D. Nica, com Seu Altino, seu filho e netos, fizemos uma verdadeira festa do bolinho.

A primeira etapa foi mariscar pelos ribeirões, buscamos os pequenos guarus, lambaris e pitus. Esse tipo de pesca também anda meio esquecido, mas é uma tradição antiga dos tempos de quaresma. Depois da pesca, todo o peixe foi limpo e a festa continou na cozinha da D. Nica, onde um vistoso fogão à lenha foi cenário para esta delícia.

D. Nica usou para a receita, ½ kg de farinha de milho e 100g de polvilho doce e uma pitada de sal. Misturou tudo, com as mãos, esfarelando bem a farinha. Com água quente, preparou a massa em ponto firme. Depois foi só fazer um bolinho com as mãos e grudar um peixinho por fora. Os peixinhos devem ser limpos e temperados com sal e alho. Depois de frito em gordura bem quente, foi só saborear. O propósito de se colocar o peixinho por fora era para que as pessoas que iam comer tivessem certeza de que o bolinho não continha carne por dentro.

Zé Eugênio lembrou muito bem, que o costume é para que não se comesse carne neste tempo. Lembra que sua avó considerava um sacrilégio comer carne nessa época. Então as famílias faziam a criançada entrar nos ribeirões e mariscar bastante peixes miúdos para o bolinho.

Um detalhe interessante deste bolinho, é que daí originou –se o famoso bolinho caipira. Com a necessidade de se colocar a carne ele acabou tomando forma arredondada e recheio por dentro.

Faziam ainda a farofa dos pituzinhos e guaruzinhos e também a moqueca. Para a farofa é só fritar os peixinhos e pitus, com sal com alho e colocar farinha de mandioca. Para a moqueca, faz uma massa com água fria, de farinha de milho, com um pouco de polvilho doce, mistura-se um pouco de peixinhos e coloca-se numa folha de caeté, amarrando, como se fosse uma pamonha. Depois assava, colocando no meio da brasa do fogão.

Bolinho de Lambari

Ingredientes – 1 Kg de farinha de milho, 2 xícaras (chá) de polvilho doce, 2 copos de água, 1 Kg de lambari pequeno, 1 colher (sopa) de sal.

Como fazer – Limpar os lambaris, cortar ao meio e colocar ao sol para secar. Na hora de fazer o bolinho, dilua o sal na água fria. Misture a farinha de milho e o polvilho e depois colocar na água salgada. Mexer bem e fazer a massa colocando mais água se necessário. Deixe em ponto firme. Pegue uma colherada de massa e grude um pedaço de lambari por fora. Frite em gordura média, para não ficar cru por dentro.



segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

É tempo de peixe

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Chega a quaresma e volta o costume milenar de se comer peixe. Antes tudo era feito reverenciando a religião, para respeitar o preceito de não se comer carne. Com o passar dos anos, a tradição religiosa, tornou-se um costume gastronômico.

Desde antes do descobrimento, nossos índios apreciavam o peixe em sua alimentação diária. Só que eles simplesmente assavam sobre a brasa, ou enrolado em folha de bananeira. Com a chegada dos europeus, muitas receitas foram sendo adaptadas com nossos peixes típicos. Outros peixes foram introduzidos e se tornaram muito apreciadas na mesa do brasileiro.

Nesta edição trazemos novas receitas para você apreciar, não só na quaresma, mas o ano todo.




TUCUNARÉ COM BRÓCOLIS

Ingredientes- Um tucunaré grande, sal, noz-moscada, limão, brócolis, alho amassado.

Como fazer- Tire os espinhos e a cabeça do tucunaré. Abra e tempere com a noz-moscada e o limão. Torne a passar o sal por fora do peixe. Coloque o tucunaré aberto na grelha e regue com azeite e deixe assar por quarenta minutos. À parte, numa panela, coloque o azeite, frite o sal amassado e refogue o brócolis. Coloque um pouco d’água, deixe amolecer e coloque por cima do peixe na hora de servir.

TUCUNARÉ ENSOPADO

Ingredientes- 2 kg de tucunaré picado, sal com alho, azeite, 4 cebolas cortadas em rodelas, 5 pimetões em fatias, 5 batatas cortadas em fatias de meio centímetro, 5 tomates em fatias, sem sementes, folhas de coentro, salsinha, cebolinha, pimenta-do-reino a gosto.

Como fazer- Primeiro retire todo espinho das postas de tucunaré, descartando a cabeça. Faça um molho com sal e alho, limão e a pimenta-do-reino e deixe o peixe marinando por meia hora. Numa panela grande grossa, unte com um pouco de azeite e forre com as rodelas de batata. Coloque uma camada de peixe, uma de cebola, outra de peixe, uma de tomate, outra de peixe, uma de pimentão, outra de peixe e feche com uma mistura dos ingredientes. Entre as camadas de peixe vá colocando o coentro e os cheiros verdes. Finalmente despeje o molho sobre tudo. Tampe e leve em fogo médio para cozinhar por meia hora. Sirva quente com arroz branco.

BAGRE COM PIRÃO

Ingredientes- 1kg de bagre limpo, 2 colheres (sopa) de azeite de oliva, 2 dentes de alho amassado, 1 cebola picada, 4 tomates grandes, sem sementes, picados, 1/2 xícara de salsinha, coentro, cebolinha verde e alfavaca picados, sal a gosto e 2 xícaras (chá) de água.

Como fazer- Corte o peixe em postas e reserve as cabeças para o pirão. Numa panela, coloque o azeite, o alho e a cebola e refogue. Acrescente o tomate, a as ervas, o sal e água e deixe ferver. Coloque as postas de peixe e cozinhe sem mexer, deixando até ficar macio. Coloque numa travessa e com o caldo faça um pirão com farinha de mandioca a gosto, colocando em volta das postas.

CUSCUZ DE PANELA

Ingredientes- 1 xícara (chá) de azeite de oliva, 1 cebola grande picada, 2 dentes de alho picado, 10 tomates maduros, sem sementes, picados, 2 xícaras (chá) de água, 1/2 kg de camarões pequenos limpos, sal a gosto, 2 colheres (sopa) de suco de limão, 1/2 kg de palmito picado, 200g de ervilha, 200 g de sardinha de lata, sem as espinhas, 7 xícaras (chá) de farinha de milho, 1/2 xícara (chá) de farinha de mandioca, 2 ovos cozidos, cortados em rodelas.

Como fazer- Numa panela grande, coloque o azeite, a cebola e o alho picado e refogue. Adicione os tomates e a água e deixe cozinhar até os tomates desmancharem. Acrescente os camarões e tempere com o sal a gosto e o suco de limão. Cozinhe tudo rapidamente, sem deixar secar. Junte o palmito, as ervilhas e as sardinhas. Misture e deixe aquecer. Aos poucos vá colocando as farinhas, mexendo sempre para não empelotar. Tire do fogo, unte uma forma redonda com azeite, decore o fundo e os lados com ovos, palmito, camarões, sardinha e tomate e coloque a massa. Deixe esfriar, desenforme num prato e sirva frio.

QUIBE CRU DE FILÉ DE TILAPIA

Ingredientes- 1kg de filé de tilápia, 1/2kg de trigo integral, 4 cebolas médias, pimenta síria a gosto, salsinha, limão, azeite e pétalas de cebola.

Como fazer- Deixe o trigo de molho por 1 hora.Passe os filés na máquina de moer, escorra o trigo e misture bem ao peixe. Junte os outros temperos e misture bem. Passe novamente na máquina de moer. Coloque numa travessa e regue com o limão, decorando com folhas de hortelã. Pode-se ainda fazer bolinhos e assar ou fritar os quibes.

Veja mais receitas no nos portal: TV CHÃO CAIPIRA.

Inté a próxima.
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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012


A HISTÓRIA MILENAR DO MILHO

Os índios que aqui habitavam já usavam muito o cereal chamado por eles de “avati” e dele faziam a “acanijic” (canjica) e a pamuna (pamonha). Outro prato predileto dos índios era o “pixé”. Torrava-se o milho, descascava e depois socava em pilão.

Cristovão Colombo ficou estupefato quando conheceu o milho, único cereal encontrado nas novas terras. As espigas ainda verdes, com sal, eram colocadas na brasa, para serem assadas ou, em sua variedade de milho pipóca, os grãos eram jogados ao fogo e saboreados, depois de abertos e de soprados as cinzas que os cobriam. Uma tal delícia, que três séculos depois do descobrimento, o pintor Jean Baptiste Debret, que visitou o Brasil em 1816, não economizou elogios a seu respeito, e certamente exagerou ao dizer que “a pipóca era a maior contribuição brasilera à cozinha mundial”

Para muitos pesquisadores é originário da América, provavelmente da faixa tropical do hemisfério norte. Quando os Europeus chegaram já era cultivado da Argentina até o Canadá.Os descobridores levaram para a Europa, onde foi cultivado em jardins, até que seu valor alimentício tornou-se conhecido.

Atualmente é o terceiro cereal mais plantado no mundo, perdendo somente para o trigo e o arroz. O milho tem muitas variedades. Uma delas é o milho-doce, que devido às suas características não serve para fazer pamonha ou curau. Mas é bom para comer cozido. É o milho usado para os enlatados, que é uma variedade diferente.

PAMONHADA TEM HISTÓRIA

A Pamonhada Paraibuna tem mais história do que parece. Sua nova versão começou em 2000, no sítio do Seu Geraldo Alvarenga e D. Maria, no Bairro Capim D’Angola. A Pamonhada apenas firmou o costume da família, que todos os anos chamam os amigos para fazer as delícias de milho verde.

Mas a festança tem mais tempo. Em janeiro de 1976, durante a Festa de São Sebastião, foi feita uma pamonhada, na Rua do Meio, ao lado da então Padaria do Rubinho. E quem estava lá, na cabeça dos quitutes eram Seu Geraldo , D. Mria e seus filhos. Naquela época Seu Geraldo trabalhava profissionalmente fazendo as pamonhas e vendendo para os bares da Tamoios. Nesta primeira festa, o sufoco já foi grande para poder atender a todo mundo.

No ano seguinte com a criação da FAPAP, Feira Agropecuária do Alto-Paraíba, criou-se também a I Festa do Milho. Nos anos seguintes ainda aconteceram algumas festas autênticas, nos moldes criados na I FAPAP. Mas, aos poucos mudaram tudo e a idéia original ficou parada. Em 1993, durante a FAPAP, voltou-se o sistema típico, mas também não vingou nos anos seguintes.

Muitos anos depois ela está viva, como nunca e se tornando um dos eventos mais comentados fora de Paraibuna. Um fator principal para este sucesso é, sem dúvida, a participação da alma do povo na realização do evento. O trabalho desenvolvido pelos Vicentinos e Lar Vicentino é a mola mestra para o sucesso.

DELÍCIAS DO MILHO VERDE

As folhas começam a ficar amareladas. O cabelo da espiga está secando. Quando sai na mão, com um puxão leve, abre-se um pedaço da palha, e um aperto no grão do milho vai confirmar o ponto. Se o leite do milho espirrar, está no ponto, “tá granado”, como dizem os caipiras. Começa então o quebra-quebra. No bom sentido, é claro. É a quebra do milho verde, que vai direto para as cozinhas de nossos caipiras onde vão se transformar em muitas delícias, que vai desde uma simples espiga assada na brasa, passando pelas delicias das pamonhas, curaus, sucos, sopas chegando aos bolos.

O milho para cozinha, entretanto, tem que ser muito bem escolhido, pois o sabor tem que ser adocicado. Muitos milhos plantados nos dias de hoje, mais com o objetivo de alimentação de animais, não é o ideal para uso na cozinha.

Outro detalhe importante na cozinha do milho verde, é com relação ao tempo. O milho, é um dos alimentos que tem fermentação rápida. Por isso após o manuseio de preparação, o consumo tem que ser imediato. Mesmo na geladeira, o produto tende a fermentar provocando o azedamento.

Mas isso não é problema, pois tudo que se faz do milho verde é, na realidade devorado por todos rapidamente.

O RITO DA PAMONHADA

A própria colheita do milho verde, tem uma tradição no meio rural, como a primeira festa para comemorar a boa produção. Muitas famílias se reúnem, ainda até hoje, em torno da pamonhada, sempre convidando os vizinhos.

As pessoas se dividem em grupos para agilizar os trabalhos. Um grupo vai para a colheita esolher as espigas no ponto certo, isto é, “granadas” Depois todos se juntam para descascar e limpar as espigas. Outro grupo cuida de cortar as folhas de caetê e colocar de molho.

O trabalho duro é ralar as espigas, e raspar os sabugos. Uma pessoa prática adoça e enche as folhas, amarrando com pedaços de palha. No final o serviço do tacheiro, que numa água bem fervente, coloca as pamonhas, e cobre com os sabugos, para dar peso. Alí fica cozinhando por cerca de 40 minutos. Ao final, todos comem com um bom café e separam algumas para levar prá casa.







segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Café e Cia.

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Ainda hoje, quando se chega na casa de um caboclo, a primeira coisa depois dos cumprimentos normais é o oferecimento de um cafezinho. E um café roceiro mesmo, daqueles bem fraco. O homem do campo não vive sem café, tornando-se sua principal bebida, com muitos apreciando-o até mesmo frio. Juntando o café e a facilidade de produtos como o fubá, a farinha e os polvilhos, as donas de casa acabaram criando uma infinidade de acompanhamentos. São bolos, bolinhos, broas, polentas e pães dos mais diversos. Detalhes a lembrar: as receitas usavam sempre a banha de porco, pois proporcionava mais firmeza na massa, e bicarbonato para crescer as massas, pois não havia ainda o fermento (que é feito do bicarbonato). Muitas dessas cozinheiras criaram pratos diferentes, usando produtos que estavam à sua volta, para facilitar o trabalho e também para enriquecer a alimentação da família.



Bolinho de Chuva
Ingredientes - 3 copos de fubá, 1/2 copo de trigo, 1/2 copo de polvilho azedo, 1 pitada de sal, 3/4 copo de açúcar, 1 colher (chá) bicarbonato, 2 ovos, 1 copo de leite,
Como fazer - Misture os ovos, o sal, o açúcar e o bicarbonato, batendo bem. Coloque então o fubá, o trigo e o polvilho misturando tudo. Com o leite, vá temperando a massa até dar ponto de fazer bolinhos com a colher. Frite em óleo quente.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Misturas

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Com o básico da comida pronta, as donas de casa sempre usavam outros alimentos para acompanhar a refeição. Podia ser a serralha, couve, batatinha, inhame, abóbora, caruru, chuchu e outros. Os pratos variavam dependendo de cada casa e do gosto pelas plantas que sempre tinham em volta da casa, ou simplesmente colhiam daquilo que nascia naturalmente nos campos e brejos da propriedade. Um detalhe interessante é que quase não havia saladas, pois nosso caboclo não assimilou direito esse costume até hoje. Esse desinteresse deixou uma rica lista de ditados populares, como “quem come folhas é lagarta” ou “comer verdura, é deitar má ventura”.
O que se usava muito era o “esparregado”, que veio com os portugueses e africanos, mas pode ser de origem chinesa. Esparregar é o ato de cozinhar, guisar as ervas, cozinhando-as bem, e depois de picadas e espremidas, temperam-se com molhos a gosto. Os antigos roceiros dizem que esse cozimento é necessário para retirar o sumo forte dessas plantas, que causa problemas na digestão. Muitos também não comiam esse tipo de alimento à noite. Atualmente este processo já foi modificado na cozinha, pois muitas cozinheiras simplesmente cozinham as folhas e não espremem as águas.


Quiabo refogado
Ingredientes - 1 kg de quiabo, 1/2 kg de carne de porco picadinha, 3 colheres (sopa) de gordura, cebolinha, salsinha, 1/2 colher de sal com alho, 1 pitada de pimenta do reino.
Como fazer - Numa panela, frite o sal com alho, refogue a carne com o sal e deixe cozinhar. Enquanto isso, corte os quiabos em pedaços grandes e lave numa água com vinagre e sal. Em seguida, dê uma fervura rápida nesta mesma água. Escorra e enxugue os quiabos para depois colocar na carne. Mexa só uma vez e deixe por 15 minutos tampado.


Viradinho de Abobrinha
Ingredientes - 2 abobrinhas verdes, 2 colheres (sopa) de óleo, 1 colher (sopa) de sal com alho, cheiros verdes, pimenta do reino.
Como fazer - Corte a abobrinha batidinha. Numa panela, frite o sal com alho e refogue a abobrinha. Coloque os cheiros verdes e a pimenta, deixando cozinhar por 15 minutos somente com o bafo. Coloque, então, a farinha de milho, mexa bem, deixando um virado úmido.






segunda-feira, 19 de dezembro de 2011