segunda-feira, 7 de maio de 2012
Cunha
quinta-feira, 3 de maio de 2012
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Roteiro do Sabor 3
Essência do Vale – Rod. Cruzeiro/Minas, km 221
Tel. (12) 3144-3322
D. Maria Lucia – (12) 3144-6046/9132-3830
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Roteiro do Sabor 2


Chácara Santa Inês é uma referência pra quem quer apreciar um bom prato, ou mesmo conhecer um pouco sobre a cachaça. Quem fala sobre isso é o pesquisador Engels Maciel. As delícias da região são preparadas pela Minuca, que há 38 anos vem se especializando na produção de bananada, goiabada cascão, compotas, licores e molhos especiais pra cozinha. Um dos pratos mais encomendados é o cuscuz paulista, que ela prepara com maestria. O prato, que tem vários ingredientes, leva 3 horas pra ser feito e a base é a farinha de milho.
Av. João Barbosa de Camargo, 1494. Tel. (12) 3116-1591
É o Restaurante 418, bem ali, ao lado do Solar Aguiar Valim. Comandado por família tradicional da culinária local, o restaurante serve comida no fogão a lenha, com pratos variados da comida caipira. Destaque para feijão tropeiro, polenta, carnes de porco e frango. Atende de segunda a sábado no almoço.
Praça Pedro Ramos, 81
Tel. (12) 3116-1287
Rua Ernani Graça, 175. Tel. (12) 9700-3039
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Roteiro do sabor 1

O templo do sabor
Com seu jeitinho simpático e ao mesmo tempo calma em seus planos, D. Licéia saiu do anonimato, na Serra da Bocaina, pra se tornar uma das principais referências da comida brasileira, conforme guias e revistas especializadas. Depois de alguns, anos desceu a serra e aportou no seu sítio, bem próximo da Pedra do Caxambu, em Arapeí. Ali cria galinhas, patos, coelhos, galinha d´angola e planta verduras e legumes. Tudo vai pra panela transformando-se em feijão tropeiro, frango caipira com ora pro nobis, coelho ao vinho, pato com laranja, galinha d’angola ao molho pardo, tudo preparado num fogão a lenha, ao lado do cliente. Pra começar, patês diversos, de pato, truta defumada, banana, abacate, coelho e outros. Doze tipos de licores pra abrir o apetite ou rebater a comida. Pra finalizar, 33 tipos de doces de deixar qualquer um sem rumo. Destaques para doces de jaca, casca de limão cravo, cidra e o pudim de rosas, criação da D. Licéia pra deleite dos apreciadores.
Rest. da D. Licéia
Estrada do Caxambu, km 5. Tel. (12) 3115-1412

Feijão Tropeiro
Feijão preto temperado a gosto e misturado com farinha de mandioca, deixando em ponto de farofa. Linguiça calabresa em pedaços, torresmo pururuca, pedaços de carne de porco conservadas na banha, couve refogada e ovos em ponto mole.
No Rogério tem D. Carminha
O local se chama Restaurante Rogerio´s, pois é sobrenome da família. Mas quem faz a fama é mesmo D. Carminha, que pilota o fogão todos os dias no almoço. Dalí saem os triviais bife, bisteca, lombo, frango em filé e, lógico, o tradicional feijão com arroz. Faz rabada, lagarto e costelinha sob encomenda.
Rua das Missões, 32. Tel.(12) 3115-1035

Receita
Arroz da D. Carminha
A receita é pra festa, mas você pode dividir. Em uma panela grande e grossa, coloque óleo e três colheres de alho com sal socado. Frite bem e coloque o arroz bem lavado. Deixe fritar até dourar, mas sem queimar. Adicione água quente até cobrir e deixe dar uma fervida. Retire a panela do fogo, tampe e enrole em jornais e deixe descansar por 45 minutos. Depois disso abra a panela e vire o arroz, colocando o de cima por baixo, pois ele vai estar ainda meio duro. Tampe novemente e deixe mais um pouco.
Areias.
A Beza do doce
De família da roça, Isabel Conceição, a Dona Beza, sempre gostou de fazer doces, principalmente de frutas de época. Muitas receitas aprendeu com uma amiga. Em seu tacho de cobre no quintal da própria casa, prepara delícias de leite, pêssego, goiaba, laranja e outras frutas de época. Um dos preferidos pelos clientes é a pessegada, em ponto de barra, usando as antigas caixetas.
PessegadaTem que ser o pêssego de cor verde, do tipo mais caipira. Corte os cabinhos da fruta, limpe, lave bem e coloque pra cozinhar. Quando amolecer, retire os caroços e passe a massa numa peneira de buraco grande. Depois, leve ao tacho, sendo para cada 5 kg de massa, 5 kg de açúcar cristal. Tem que mexer sempre, pois se parar gruda no fundo. Isso leva pelo menos uma hora. Ao ficar no ponto em que se enxerga o fundo, retire o tacho e, fora do fogo, mexa mais um pouco. Despeje em caixetas forradas com plástico e deixe secar.
segunda-feira, 26 de março de 2012
As cascas do prazer
___________________________________________________________________________É tempo de laranjas, limões e outras frutas.
É o tempo de tudo isso, mas não se pode pensar somente nas frutas. As cascas podem se transformar em delícias adocicadas.
Não só a goiaba, mas o limão cravo e a laranja azeda também se tornam doces. Uma curiosidade sobre o doce de casca de laranja, é que foi criado para que as pessoas pudessem comer frutas o ano inteiro e como remédio, não como sobremesa. E mais curioso ainda, o doce de casca de laranja foi criado por volta de 1560, em Portugal pelo grande Nostradamus. É, ele mesmo, o das profecias. Só que ele era farmacólogo, especialista em preparas remédios.

Doce de Laranja Azeda
Ingredientes - 2 dúzias de laranja azeda, 1 colher (sopa) de sal, 1 trouxinha de cinza, 1 rapadura.
Como fazer - Primeiro descasque as laranjas, tirando o sumo externo, isto é, bem fininho. Corte em cruz, tirando o miolo e jogando fora. Pegue as cascas e coloque numa bacia com água, o sal e a trouxinha de cinza no meio. Deixe uns trinta minutos e depois comece a trocar a água de hora em hora, durante o dia. Fazer esse processo por mais ou menos três dias, até sair o amargo da casca. Na hora de preparar o doce, faça uma calda com a rapadura e os cravos. Coloque as cascas de laranja para ferver. Quando estiver mole, retire e deixe esfriar para comer.
segunda-feira, 19 de março de 2012
É tempo de paçocas
____________________________________________________________________Chega a quaresma e os costumes se voltam para a paçoca. A mais usual é a de amendoim, tradição antiga, que os religiosos tinham nesse alimento para jejuar.
Logo após a Semana Santa as paçocas continuam, como a de pinhão, tradição dos antigos tropeiros que comiam em suas viagens. O pinhão é uma castanha tão rica como as outras, mas que por muito tempo sofreu um preconceito da população.
Paçoca de Pinhão
Ingredientes - 1 kg de pinhão, 1 kg de farinha de mandioca, 1 colher (sopa) de sal.
Como fazer - Cozinhe o pinhão até amolecer. Descasque e lave-os bem. Coloque no pilão, com o sal e a farinha de mandioca, e vá socando até moer o pinhão. Come-se com café ou com comida.
Paçoca de Carne Seca
Ingredientes - 1 kg de carne seca, 3 dentes de alho, 5 colheres (sopa) de sal, 1 folha de louro, 1 maço de cebolinha verde, 1 xícara (sopa) de gordura.
Como fazer - Corte a carne em pedaços. Coloque dois litros de água fria no fogo, adicione a carne e ponha o sal. Mexa bem e deixe no fogo, sem tampa. Quando estiver espumando, isto é, antes de levantar a fervura, mexa bem e escorra a água fora. Repita a operação mais uma vez, colocando sempre a água fria. Esta é uma forma tropeira de retirar o sal. Mas cuidado, não deixe ferver, senão o sal cala mais na carne. Depois disso, frite o sal com alho, a cebolinha e a folha de louro e coloque a carne para cozinhar. Quando amolecer, coloque num pilão uma xícara de farinha de milho, uma concha de gordura, misture e soque bem.







