terça-feira, 28 de janeiro de 2014
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
PASTEL DE PARAIBUNA PARA O BRASIL
Manezinho no Mercadão Municipal de Paraibuna na década de 80
O pastelzinho do Manezinho foi destaque no programa Ana Maria Braga, em dezembro. Uma história de muitos sabores e muita tradição que merece ser vista.
Cutuque aqui e veja todos os blocos da reportagem.
terça-feira, 17 de setembro de 2013
O peixe da santa pode ser o surubim
O culinarista
João Rural e o biólogo Danilo Caneppelli, uniram seus conhecimentos e pesquisas
em cima de uma nova visão sobre os peixes servidos a comitiva do Conde de
Assumar no dia do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida.
O
culinarista é taxativo em afirmar que "só pode ter sido essa espécie de
peixe, que era o mais abundante e maior nas águas do rio, naquela época.”
A
análise foi publicada no recente livro "No Fundo do Tacho", de João
Rural, onde ele coloca ainda mais assuntos sobre a formação da comida caipira
no Vale do Paraíba, no princípio do Brasil português;
O ESTUDO
O atual
lendário Rio Paraíba do Sul viveu centenas de anos com outro nome. Foi só os invasores
chegarem e a cobiça indígena se instalou na região. Tribos se guerrearam e
aniquilaram os naturais da região do Vale do Paraíba. Silvícolas chamavam esse
rio de o Rio do Sorobis, devido ao peixe que aqui tinha em profusão: o Sorobis,
hoje conhecido como Surubim do Paraíba e que está em extinção.
O rio era
assim chamado devido a esse peixe ser o maior do lugar, chegando a pesar até 15
quilos, e, sendo peixe de couro, era mais fácil comer assado na trempe, além de
render muito mais.
Em 1601, o
naturalista Guilherme Glimmer, em sua passagem pelo Vale do Paraíba, mencionou
que o rio se chamava Sorobis, devido ao peixe existente em suas águas.
Nos
últimos dez anos, pesquisadores da CESP, Centrais Elétricas de São Paulo, vêm
pesquisando o peixe na Estação de Piscicultura de Paraibuna. O objetivo é
reproduzir a espécie para soltura nos rios Paraíba do Sul, Paraibuna e
Paraitinga.
O que o surubim teve a ver com Nossa
Senhora Aparecida?
Em meados de 1717, Dom Pedro Miguel
de Almeida Portugal, futuro Conde de Assumar e governador das províncias de São
Paulo e Minas Gerais, fez uma viagem de Lisboa à Vila de Nossa Senhora do Carmo
(atual Mariana). No caminho, estava a Vila de Guaratinguetá, que depois foi
fatiada em várias cidades, entre elas Aparecida do Norte.
Pois bem, quando chegou a notícia,
para os lados de Aparecida, de que o Conde de Assumar passaria ali, três
pescadores – Domingos Garcia, Filipe Pedroso e João Alves – foram convocados a
sair em busca de peixes no Rio Paraíba para um banquete que seria oferecido ao
conde.
Passaram horas e horas pescando, mas
peixe que é bom não aparecia. Até que João Alves lançou a rede e pescou a
imagem de Nossa Senhora da Conceição... Sem sua cabeça. Jogou novamente a rede
no rio e apanhou a parte que faltava da santa. A partir de então, como um
milagre, quase que não tinha mais lugar na rede para a quantidade de peixes que
se enroscava nela.
Ao conde foi oferecido, enfim, um
banquete. O peixe? Ah, sim, reza a lenda que o peixe era o surubim. A santa? Em
1929, Nossa Senhora Aparecida foi proclamada “Padroeira do Brasil” por
determinação do Papa Pio XI.
A viagem do Conde de Assumar foi
registrada em um diário, publicado no livro Um Comerciante do Século XVIII, de
Maria José Tavora e Rubem Queiroz Cobra.
“(...) Tivemos a fortuna de tirar um pouco de
peixe, que comemos cozido com água, sem azeite nem vinagre, porque não havia” –
numa praia, nas imediações de Guaratinguetá.
O PEIXE
Segundo o biólogo Danilo Caneppelli,
da CESP, o denominado cientificamente Steindachneridion parahybae é um bagre
que pertence à ordem dos Siluriformes, família Pimelodidae. Tem corpo achatado,
com o dorso escuro marcado por manchas pequenas e alongadas, seus olhos são
pequenos devido à predominância de atividade noturna e sua percepção do ambiente
é auxiliada pela presença de barbilhões Endêmico da bacia do rio Paraíba do Sul
e com biologia pouco conhecida, sua ocorrência natural é descrita normalmente
associada a poções não muito profundos e a áreas intermediárias como os
remansos do domínio das ilhas fluviais e os encontros de rios, porém, recentes
capturas foram realizadas em meio à corredeiras, remansos profundos acima de
cachoeiras e no período noturno em regiões mais rasas do rio, provavelmente
quando saem em busca de alimento.
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
CARNE DE PORCO PODE...
Agora o programa Bem Estar da Rede Globo dá uma luz sobre o
assunto. É uma pena que seja as 10h da manhã, pois poderia ser no Fantástico,
"e tem tanta matéria de saúde neste programa", mas isso não falam.
E ainda tá faltando uma boa matéria sobre a gordura de porco
pra cozinhar, que é natural. Mas aí vai mexer com a industrialização dos
alimentos que lá fundo tem que usar o hidrogênio pra conservar e fazer os
alimentos ficarem crocantes.
E o que causa o hidrogênio no corpo? Segundo especialistas
apenas uma causa. Engrossa o sangue e aí vem infarto, diabete, câncer, etc e
tal (e ponha tal nisso).
Cutuque e veja a
matéria: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2013/09/saiba-evitar-doencas-transmitidas-por-pombos-morcegos-e-ratos.html
domingo, 8 de setembro de 2013
A Comida ficou salgada demais? Tem um jeito de arrumar
Quando isso
acontecer, a solução é muito simples. Coloque uma batata descascada na panela e
deixe cozinhar mais um pouco.
Tem um
ditado caipira que diz “o avião passou por aqui”, numa alusão de que quando
passava um avião na roça, todos saiam correndo pra ver e a cozinheira errava o
ponto da comida.
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Você sabe que fritar arroz é folclore? A cozinha caipira sabe o jeito certo...
Os antigos
tropeiros e donas de casa já praticavam isso no passado. É que no passado não
existia o arroz, somente a quirera de milho e o costume pode ter vindo daí.
Os tropeiros
simplesmente colocavam um pouco de banha na panela, fritavam o alho e colocavam
água fria. Quando ferver adicione o arroz, mexa bem e deixe amolecer.
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